quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Futebol do bom!?

Quem disse que uma partida de futebol não pode ser vencida com 'enteligensia'? Eis que trago aqui, hoje, nesta data, e neste momento com exlusiva exclusividade (exclusivamente tungado do Tigre de muleta, quem manda ser manco) o melhor dos melhores momentos mais melhores do... do... que eu estava escrevendo mesmo? Á, o jogo pra onde essa 'gatera' está indo:



(apenas para constar, esse video foi 'gatunado' do... esquece, é Bobagento citar) O incrivel Futebol dos Fisólofos... digo, Filofo... Fifo... DOS NERDS QUE PENSAM QUE PENSAM!



N.A. -> Nobres teleleitores, a expressão nominal 'Gatera' originou-se da junção informal do substantivo animalesco felino "Gato" com o substantivo coletivo geral informal utilizado para designar um agrupamento de individuos de mesma espécie, ou não, em caráter espalhafatoso referente a atenção do espectador, denominado "Galera".

Quem entendeu levanta a mão
_o/

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Chiado na Caixa! #1 (Detonautas Roque Clube - Você me faz tão Bem)

Modo Russo também diverte você! Ou você achou que aqui só tinha coisa "séria"? -NNN

Nada melhor nesses tempos de "guerra" uma boa musica pra descontair um pouco e aliviar os animos da galera.

Hoje no Chiado na Caixa, uma banda brasileira impar que merece ser lembrada por suas letras e melodias gostosinhas de ser ouvidas. Quem nunca cantou ou lembrou de alguem nessa musica!



Ps: Coloquei essa versão da musica que pode ser ouvida diretamente nesse link.

Fica então pra essa terça-feira cheia de calor e trabalho um pouco de musica boa e versos bonitinhos.

Sinceramente

Justiça bloqueia bens de superintendente da Zona Franca de Manaus ri AQUI


hãn!?

Parece que nem os chefes das putas sinceras age mais com sinceri... que foi? Tá olhando assim porque?



Não entenderam? Zona Franca, putas sinceras, superintendente, sacou?



Ahn, foda-se... fui...

Barato né?

Acordos de Brasil e China ficam no papel tava barato AQUI
Desde 2004, quando o líder chinês Hu Jintao visitou o Brasil pela primeira vez, Brasil e China assinaram 22 acordos.


sei lá que imagem é essa

Segundo informações de nossos agentes (único) secretamente expostos o motivo do não funcionamento do acordo se deve ao fato deles virem com o selinho brilhante escrito "Made in Taiwan".

PS: O fato de eu não postar ontem, ééééhhhrrrr... bem, pode não parecer mais eu tenho mais o que fazer... as vezes ^^"! Semana corrida, e nem é por causa da facu ainda!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

ENCONTRO (DES)MARCADO #3

Ingrid Betancourt em foto da campanha de divulgação de seu livro no Brasil.

 
"Eu disse para mim mesma que, a partir do dia em que estivesse de volta, prestaria atenção aos detalhes, teria sempre flores em minha casa, e perfume, e não me proibiria mais os doces, os sorvetes. Compreendia que a vida tinha me dado acesso a muita coisa boa que eu tinha abandonado com displicência. Tomei nota em algum lugar para não esquecer, porque achava que a insuportável forma fútil de viver poderia me fazer esquecer o que eu tinha vivido, pensado e sentido no cativeiro, uma vez que estaria longe dali..."

Ingrid Betancourt, Não há silêncio que não termine - Meus anos de cativeiro na selva colombiana.
Editora Companhia das letras, pag. 405.


Não há silêncio que não termine é um livro de cunho político, mas é também a catarse da dor de dezenas de seres humanos rebaixados a condição de pária. A obra de Ingrid Betancourt, ex-candidata à presidência colombiana sequestrada pelas Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) em 2002 e mantida em cativeiro até 2008, mescla narrativa em primeira e terceira pessoa com um ritmo ágil, como um thriller, a ponto do leitor (o menos preguiçoso) não sentir o peso das mais de 500 páginas. Traz ainda a angústia de uma mulher e de uma mãe privada da companhia dos filhos por longos anos. E a tristeza de uma filha que perdeu o pai, maior referência de sua vida.
Durante quase sete anos, até ser libertada em 2 de Julho de 2008, Ingrid viveu prisioneira em um paraíso verde que ganhou contornos de uma das estações do inferno de Dante Alighieri (italiano renascentista, autor da Divina Comédia). Escondida em sucessivos acampamentos na selva amazônica, passou fome e frio; além de sofrer violência moral e física. Sua história é mais que conhecida, ela virou mito ainda em cativeiro. A foto que a mostrava debilitada e presa em um dos acampamentos, correu o globo e chamou a atenção da opinião pública mundial. 
 
 
A famosa fotografia tirada em 2008, dois meses antes de sua libertação.
 
 
Então, o livro não traz novidades quanto aos fatos, mas traz o testemunho de quem viveu o inferno na pele e a análise dos acontecimentos, sob a perspectiva da vítima. E ao perder tudo e ser reduzida ao estado bruto e primitivo do ser humano, só via dois caminhos: o embrutecimento ou a redenção pela solidariedade. Ingrid Betancourt, ao que parece, escolheu o segundo caminho.
 

 
1º parte
 
2º parte


Em Novembro de 2010, Ingrid veio ao Brasil divulgar o lançamento de seu livro, deu entrevistas a revistas renomadas como a Veja, a Galileu, Superinteressante entre outras. Porém, apareceu apenas em um programa de televisão, onde forneceu uma entrevista reveladora e maravilhosa ao apresentador Jô Soares, (Links acima da primeira e segunda parte) vale a pena conferir.