sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Dia 18 - Sábado - KINOARTE

CINE JAHU

14h30 – Kinoarte 1
Londrina em Três Movimentos (PR, doc, cor, 16 min, mini-dv, 2004) | Rodrigo Grota
João Pipoca (PR, fic, p&b, 20 min, mini-dv, 2004) | Anderson Craveiro e Bruno Gehring
Rotúndus (PR, doc, cor e p&b, 4 min, mini-dv, 2005)| Fabiani Matos, Luciano Pascoal, Paula Kranz, Vinicius Aguiari e Vinicius Konchinski
Sobre Homens e Tomates (PR, ani, cor, 1 min, mini-dv, 2009) | Fábio Augusto, Isadora Rara, Hermano Assaf Pellegrini e Natália Balarotti
O Quinto Postulado (PR, doc, cor, 15 min, mini-dv, 2006) | Rodrigo Grota

16h - Ficção
Manual para Atropelar Cachorro (SP, fic, cor, 18 min, 35mm, 2006) | Rafael Primo
Trópicos da Cabras (SP, fic, cor, 23 min, 35mm, 2007) | Fernando Coimbra
Saliva (SP, fic, cor, 15 min, 35mm, 2007) | Esmir Filho

17h30 - Animação
Historietas Assombradas (para crianças mal criadas) (SP, ani, cor, 15 min, 35mm, 2005) | Victor Hugo Borges
Yansan (SP, ani, cor, 18 min, 35mm, 2006) | Carlos Eduardo Nogueira
Dossiê Rê Bordosa (SP, doc, cor, 15 min, 35mm, 2008) | César Cabral
Meu Medo (PR, ani, cor, 11 min, 35mm, 2010) | Murilo Hauser

19h – Filmes da Trincheira
N. 27 (PE, fic, cor, 19 min, 35mm, 2008) | Marcelo Lordello
O 12o Andar (PE, fic, cor, 20 min, 35mm, 2008) | Leonardo Lacca
Muro (PE, fic, cor, 16 min, 35mm, 2008) | Tião

20h30 – Kinoarte 2
Maria Angélica (PR, fic, cor, 19 min, 35mm, 2009) | Francelino França
Satori Uso (PR, fic, cor e p&b, 17 min, 35mm, 2007) | Rodrigo Grota
Booker Pittman (PR, fic, p&b, 15 min, 35mm, 2008) | Rodrigo Grota

22h – Mostra Olhar Radical
O Fim da Picada (SP, fic, cor, 80 min, 35mm, 2008) Christian

Kinoarte

A Kinoarte é uma associação cultural sem fins lucrativos criada em julho de 2003 e com atuação em quatro áreas: produção, exibição e preservação de filmes, além da realização de projetos de formação audiovisual. Em seis anos e meio, a Kinoarte produziu cerca de 20 filmes nos mais variados suportes (35mm, HDV, mini-DV, super-8), conquistando mais de 20 premiações em festivais nacionais e internacionais. A instituição também coordena a Mostra Londrina de Cinema, evento nacional que em 2010 chega à sua 12ª edição. Em 2008 também foi criada a Mostra Marília de Cinema, ampliando a atuação da Kinoarte para o Estado de São Paulo. Entre outros projetos da Kinoarte, também estão a Kinoarte Mostra Curtas (exibição quinzenal de filmes com entrada franca), Kinoclube (cineclube semanal, com exibição de filmes inéditos), a publicação da revista taturana, as Oficinas Kinoarte (que incluem vários cursos, trazendo profissionais renomados nacionalmente a Londrina, e produzindo filmes com alunos em várias cidades do Paraná: Londrina, Lapa, Cornélio Procópio etc), além da atualização constante do Kinoarte Chanel (o canal da Kinoarte no youtube).

Olha a frente!

Salve salve galerinha mais ou menos... Não, ainda não chegou a net em casa (nem conto da onde estou postando ^^"), mas consegui uma folguinha dentre as atividades diárias pra preparar o catadão e sobrou tempo pra mais algumas mer... digo, matérias, vamos enxer o saco então:

Cego enche a lata e resolve dar uma voltinha de carro nem vi que foi AQUI
Ele ainda foi bêbado ao tribunal e levou um tombo na frente do juiz



Ele afirma não ter visto como o acidente aconteceu... esse merece:



Dependendo de quanto ele andou ele devia ganhar uma medalha!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Dia 17 – Sexta - Mostra Cinema SESC Araraquara – 1959 – o ano mágico do cinema francês

A mostra aborda filmes marcantes da Nouvelle Vague, movimento contestatório dentro do cinema francês, que aconteceu no fim dos anos 50 e começo dos anos 60, e ficou influenciou o cinema mundial.

A programação tem filmes dos diretores Claude Chabrl, Alain Resnais, François Truffaut e Jean-Luc Godard.

Pickpocket – O batedor de carteiras
(Pickpocket) I Direção de Robert Bresson I França I 1959
Sessão às 14hs
79 minutos
Recomendação etária 10 anos
O filme é retratado de modo autobiográfico, com o personagem principal, Michael (Martin LaSelle), descrevendo os acontecimentos que se desenrolam ao longo da trama.
O relato se inicia na primeira tentativa de roubo frustrada de Michael, em um hipódromo. O protagonista é pego mas acaba se livrando devido à falta de evidências contra ele. A partir de então o que se nota é um desenvolvimento das artimanhas utilizadas pelo protagonista para abordar pessoas e afanar seus pertences pessoais com muita destreza, muitas vezes junto com cúmplices, alguns dos quais lhe ensinam vários dos truques apresentados ao longo da película. Concomitantemente, Michael recebe a notícia de que sua mãe está muito doente, à beira da morte e, ao visitá-la, conhece Jeanne (Marika Green), uma vizinha responsável pelos cuidados da sua progenitora. Forma-se aí uma relação afetuosa que posteriormente teria motivado a tentativa do protagonista de abandonar a compulsão por bater carteiras.
Como de costume no trabalho de Bresson, as análises psicológicas abstêm-se em favor da representação fisionômica impassível e visual recortado em ordem de focalizar a regeneração espiritual de Michael.

Hiroshima, meu amor
(Hiroshima mon amour) I Direção de Alain Resnais I França/Japão I 1959
Sessão às 16hs
90 minutos
Recomendação etária 14 anos.
Alain Resnais começou a sua carreira produzindo curtas-metragens e documentários, mas foi com a estréia do seu primeiro longa-metragem, “Hiroshima Meu Amor”, que o diretor conseguiu se afirmar como um dos grandes nomes do cinema. A obra, clássico do movimento “Nouvelle Vague”, ganhou o Prêmio Internacional da Crítica no Festival de Cannes, no ano de 1959.
O filme narra o encontro entre uma atriz francesa e um arquiteto japonês, nos anos de 1950, em uma Hiroshima destroçada pela bomba atômica. A estrutura narrativa usada por Resnais é repleta de artimanhas temporais, que descontinuam as ações, enlaçando passado e presente dos personagens.

Os incompreendidos
(Lês quatre cents coups) I Direção de François Truffaut I França I 1959
Sessão às 18hs
99 minutos
Recomendação etária 14 anos.
O filme segue a infância de Antoine Doinel. Seus pais não lhe dão muita atenção, então ele mata aula para ir ao cinema e sair com seus amigos. Certo dia, ele descobre que sua mãe tem um amante.
É o primeiro longa de François Truffaut, que viria a acompanhar a vida do personagem em outros filmes.

Quem matou Leda?
(À doublé tour) I Direção de Claude Chabrol I França/Itália I 1960
Sessão às 20hs
110 minutos
Recomendação etária 14 anos.
Esse é o primeiro filme a cores de Claude Chabrol e o seu terceiro longa-metragem, e é também um dos primeiros em que o diretor, que foi um dos fundadores da Nouvelle Vague, inspira-se no seu mestre Alfred Hitchcock (por sinal, também o cineasta preferido de François Truffaut, outro ícone do movimento). No longa Chabrol aborda um caso criminal com implicações sociais, ressaltando além da intriga o ambiente em que vive as personagens, uma classe social que esconde a sua face deprimente no luxo que pode comprar. Por essa temática envolvente, ele é tido como uma obra-prima do gênero.

Acossado
(À bout de Souffle) I Direção de Jean-Luc Godard I França I 1959
Sessão às 22hs
90 minutos
Recomendação etária 12 anos.
Acossado é um filme francês em preto e branco, do gênero drama e policial, realizado em 1959 por Jean-Luc Godard com roteiro baseado em história de François Truffaut.
É considerado um filme cult e emblemático da nouvelle vague. Foi o primeiro longa-metragem de Jean-Luc Godard. O filme foi rodado em menos de quatro semanas. O diretor Jean-Luc Godard conduziu o filme sem um roteiro concluído, basicamente improvisado. Godard escrevia as cenas pela manhã para que fossem filmadas depois. Para que os atores atuassem de forma mais espontânea, Goddard só lhes entregava as falas à medida que as cenas eram realizadas.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Dia 16 – Quinta – Sessão Programadora Brasil

Programadora Brasil

Desde o seu lançamento em fevereiro de 2007, a Programadora já disponibilizou 494 filmes e vídeos de todos os cantos do país, organizados em 154 programas (DVDs), contendo encartes, valorizando a diversidade e as informações sobre o cinema brasileiro. Um catálogo que tem como destaque programas com conteúdo destinado a todas as faixas etárias e a qualquer perfil de público. São filmes históricos e contemporâneos, curtas, médias e longas-metragens, de todos os gêneros (Animação, Documentário, Experimental e Ficção), que apresentam histórias do imaginário brasileiro e dos seus autores e também histórias que mostram a nossa realidade em seus diversos aspectos.

Histórias do Cinema Brasileiro – 14hs – Censura livre

Cine Holiúdy - O Astista Contra o Caba do Mal de Halder Gomes
CE, 2004, Ficção, Colorido, 15 min.
Francisgleydisson é o proprietário do Cine Holiúdy, um modesto cinema no interior do Ceará nos anos 70. O projetor tem um defeito súbito, mas ele consegue resolver de forma criativa e inusitada.

Como se Morre no Cinema de Luelane Loiola Corrêa
RJ, 2000, Documentário, Colorido, 20 min.
Memórias do papagaio que participou da filmagem do clássico brasileiro Vidas Secas, em 1962, quando atuou ao lado da cachorra Baleia.

O Homem do Morcego de Ruy Solberg
RJ, 1980, Documentário, PB, 17 min.
Documentário sobre Mario Peixoto, um dos pioneiros do cinema brasileiro, diretor do clássico Limite, de 1930. Na época, Limite foi visto na Europa e, segundo seu realizador, recebeu grandes elogios de pessoas como Eisenstein e Orson Welles. Após raras exibições nos anos 30, o filme ficou muitos anos sem ser visto, assim como o diretor, que se retirou para a praia do Morcego, na Ilha Grande, onde viveu até poucos anos antes de sua morte. Além de entrevistas, o documentário exibe o making of de Limite e trechos do filme fotografado pelo extraordinário Edgard Brasil.

Roberto de Amilcar Monteiro Claro
SP, 1994, Documentário, Colorido, 17 min.
Um olhar sobre a vida e a obra de Roberto Santos, cineasta fundamental, autor de filmes antológicos como O Grande Momento e A Hora e Vez de Augusto Matraga, e cuja trajetória de realizador se misturou e se confundiu com a própria história do moderno cinema paulista.

Simião Martiniano, o Camelô do Cinema de Clara Angélica e Hilton Lacerda
PE, 1998, Documentário, Colorido, 14 min.
Documentário que usa a ficção para falar sobre cinema, na perspectiva de um cineasta-camelô alagoano, radicado em Pernambuco desde a década de 50.

Bola na Tela – 16hs – Censura 10 anos

Comprometendo a Atuação de Bruno Bini
MT, 2006, Animação, Colorido, 17 min.
Wallace é um jogador de futebol com um dilema. Aos dezoito anos, tem a chance de ser convocado para um time de primeira divisão. Mas isso vai depender de muito preparo, muita concentração e nada de sexo antes do jogo.

Izune de Frederico Cardoso
RJ, 2004, Ficção, Colorido, 10 min.
Garoto pensa ter feito contato interplanetário através de sua bola de futebol.

Os Fiéis de Danilo Solferini
SP, 2003, Ficção, Colorido, 16 min.
Três amigos contam as aventuras vividas durante uma famosa partida de futebol. Falam de lembranças, a euforia e a sensação de viverem um momento histórico.

Perigo Negro de Rogério Sganzerla
RJ, 1992, Ficção, Colorido, 28 min.
Ascensão e queda de um jogador de futebol vistas por um torcedor fanático e sua mulher volúvel, deslumbrada pelo cartola Moscosão, que liquida com a carreira do craque.


Comédias Contemporâneas – 18 hs - Censura 12 anos

Açaí com Jabá de Alan Rodrigues e Marcos Daibese Walério Duarte
PA, 2000, Ficção, Colorido, 13 min.
Um duelo entre um paraense e um turista para ver quem consegue tomar mais açaí com jabá. Baseado nesse costume do homem da Amazônia.

BMW Vermelho de Reinaldo Pinheiro e Edu Ramos
SP, 2001, Ficção, Colorido, 22 min.
Um operário desempregado, morador de uma favela em São Paulo, ganha um carro importado num concurso: um BMW vermelho, zero quilômetro. Sua vida, que já era difícil, fica ainda mais complicada.

Dov`e Meneghetti de Beto Brant
SP, 1989, Ficção, Colorido, 12 min.
Um retrato da fuga do mais famoso personagem da crônica policial paulistana na década de 1920, Gino Amleto Meneghetti. O ladrão anarquista se notabilizou pela agilidade com que saltava os telhados durante as fugas e pela irreverência com que tratava a polícia.

No Princípio Era o Verbo de Virgínia Jorge
ES, 2006, Ficção, PB, 18 min.
Fábula composta de três histórias que se fundem num vai-e-vem lírico e bemhumorado, procurando refletir sobre o conceito de verdade e nossa busca pelas explicações de fenômenos cotidianos.

O Oitavo Selo de Tomás Creus
RS, 1999, Ficção, Colorido, 15 min.
Após brigar com sua mulher, um homem desesperado encontra a morte em pessoa , num bar. Segue-se uma longa discussão metafísica regada a música, cerveja e cianureto 100% puro.

P R Kadeia de Eduardo Caron
SP, 1992, Ficção, Colorido, 15 min.
Dois bandidos instalam uma rádio pirata a partir de aparelhagens roubadas, interferindo na programação das outras rádios e tornam-se sucesso absoluto na cidade.


O Rap do Pequeno Príncipe contra as almas sebosas de Marcelo Luna e Paulo Caldas
PE, 2000, Documentário, Colorido, 75 min.
Sessão às 20:00hs
Censura 14 anos
Dois personagens reais, Helinho e Garnizé, formam o eixo do documentário. Helinho, justiceiro, 21 anos, conhecido na comunidade como O Pequeno Príncipe, é acusado de matar 65 bandidos no município de Camaragibe (PE) e em bairros de subúrbio. Garnizé, músico, 26 anos, componente da banda de rap Faces do Subúrbio, militante político e líder comunitário em Camaragibe, usa a cultura para enfrentar a difícil sobrevivência na área. Dois jovens de uma mesma periferia, duas vidas cruzadas pelo mesmo tema: a violência urbana.


Madame Satã de Karim Ainouz
RJ, 2002, Ficção, Colorido, 105 min.
Sessão às 22hs
Censura 16 anos
Inspirado na vida do mito criado por Joaõ Francisco dos Santos, personagem da Lapa carioca dos anos 30, conhecido por sua valentia e malandragem. O filme é um grande flashback que cobre três períodos distintos de sua história, entre os anos 1907 e 1938, e recria o momento em que o protagonista estava prestes a se tornar uma figura mitológica. O nome Madame Satã surge no Carnaval de 1938, num concurso de fantasias, que João Francisco ganha ao desfilar com uma fantasia inspirada no filme de Cecil B. de Mille intitulado Médan a satan. O filme revela seu cotidiano e extradiordinário círculo de amigos, habitantes da "República da Lapa". Personagens que viveram em mundos às margens do Brasil oficial, em um cotidiano a parte - com suas próprias leis, códigos e rituais - um universo do qual Satã foi rei e rainha, satãno(a) e satanás.

'sidivirtam'

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

1º Amostra de Cinema de Jaú



Bom dia bando de desoc... digo, queridos telespecleitores, ainda não consegui a prometida internet no meu querido domicilio domiciliar caseiro... mas recebi um e-mail que não pude ignorar (afinal, tenho tantos leitores que UM faz muita falta mesmo ^^") então aproveitando dos meus meios inescrupulosos e semi-ilicitos de vadiagem malemolente, arrumei um tempinho pra preparar as postagens da 1º Amostra de Cinema de Jaú, atendendo ao gentil pedido do Senhor Arradium (seja ele quem for), que me mandou um material muito bem preparado (seria bom se me mandassem matérias assim também), pena eu não ter tempo suficiente para fazer um post no nivel do material enviado, mas vamos tentar:

1ª Mostra de Cinema de Jaú

De 16 a 19 de dezembro, acontece na cidade Jaú a Primeira Mostra de Cinema. Durante quatro dias, a Mostra exibe mais de 30 títulos, entre filmes, curtas metragens e animações, dos mais variados países e de diversas cinematografias que serão exibidos no Cinema Municipal. A seleção faz um apanhado do que o cinema contemporâneo mundial está produzindo e das principais tendências, temáticas, narrativas e estéticas produzidas em todo o mundo.

A programação será dividida em quatro dias, em parcerias realizadas entre a Secretaria de Cultura e Turismo de Jaú e entidades da área. Na quinta feira, a Mostra abre sua programação com filmes cedidos pelo SESC Araraquara. Na sexta, somente filmes nacionais, numa parceria firmada com a Programadora Brasil. No sábado, a Mostra recebe a programação da Kinoarte, premiado núcleo de audiovisual de Londrina responsável pela oficina de cinema que resultou na criação da primeira ONG de produção cinematográfica de Jau, a Criolando. E no domingo, a Mostra abre espaço para as produções locais, exibindo obras produzidas na cidade e de diretores locais como Kleber Mazziero, Daniel Priori, Marco Schiavon, Natália Turini, Dardo Toledo Barros, Wolney Atalla, incluindo um curta-metragem produzido pela ONG Criolando.

No sábado, ocorrerá um importante debate com os membros da Kinoarte sobre os filmes apresentados pelo núcleo, onde serão discutidos pontos como significados, estruturas narrativas, linguagens diferenciadas e aspectos técnicos das produções e no domingo, haverá mais um debate com membros da ONG Criolando sobre a mostra em geral, especificamente sobre as obras de enfoque regional.


Objetivo Geral

Proporcionar o contato do publico de Jau e região com a arte cinematográfica em suas diversas formas, quebrando o monopólio da linguagem do blockbuster norte-americano e instaurando novas visões narrativas no repertorio cultural da audiência, incentivando assim o interesse na produção de conteúdo áudio-visual brasileiro e de outras nações.

Objetivos Específicos

Dar ao publico a rara oportunidade de assistir obras que enfoquem fatos e personagens reais da historia da cidade de Jau, buscando o reconhecimento e valorização dos produtores e suas obras e o resgate e registro desses relatos.

Estimular o interesse em obras nacionais e, especificamente, em trabalhos locais, despertando a consciência de que há um campo de trabalho a ser explorado no áudio-visual e assim formar grupos voltados para a profissionalização nesse meio.

Criolando

O Instituto de Cinema e Vídeo de Jaú Criolando é uma ONG criada por um grupo de alunos da Oficina de Realização em Cinema, oferecida pela Secretaria de Cultura, setor de Áudio Visual, em junho de 2010.

O Objetivo do Instituto é formar uma cultura cinematográfica na cidade através de ações como: criação de um cineclube, exibição de filmes em semanas temáticas no Cinema Municipal, oficinas, cursos e palestras ministradas por profissionais do meio, para capacitação técnica que permita a produção de obras próprias.

O Instituto leva o nome do primeiro trabalho desenvolvido pelos participantes, o curta-metragem “Criolando”, que retrata e homenageia o personagem folclórico de Jaú. O Curta está em pós-produção, a ser lançado no final do ano, enquanto os próximos projetos envolvem curtas ficcionais, documentais e até animação.

Informações sobre o Instituto: contato@criolando.com.br



KINOARTE

A Kinoarte é uma associação cultural sem fins lucrativos criada em julho de 2003 e com atuação em quatro áreas: produção, exibição e preservação de filmes, além da realização de projetos de formação audiovisual. Em seis anos e meio, a Kinoarte produziu cerca de 20 filmes nos mais variados suportes (35mm, HDV, mini-DV, super-8), conquistando mais de 20 premiações em festivais nacionais e internacionais.

A instituição também coordena a Mostra Londrina de Cinema, evento nacional que em 2010 chega à sua 12ª edição. Em 2008 também foi criada a Mostra Marília de Cinema, ampliando a atuação da Kinoarte para o Estado de São Paulo

Entre outros projetos da Kinoarte, também estão a Kinoarte Mostra Curtas (exibição quinzenal de filmes com entrada franca), Kinoclube (cineclube semanal, com exibição de filmes inéditos), a publicação da revista taturana, as Oficinas Kinoarte (que incluem vários cursos, trazendo profissionais renomados nacionalmente a Londrina, e produzindo filmes com alunos em várias cidades do Paraná: Londrina, Lapa, Cornélio Procópio etc), além da atualização constante do Kinoarte Channel (o canal da Kinoarte no youtube).


Foto do curta metragem Haruo Ohara


logo tem a agenda, começa dia 16/12